terça-feira, 24 de agosto de 2010

"Casar faz bem"

Esta é a capa da Revista veja dessa semana!
Gostei basntante. Tanto que vou colocar um pedacinho da entrevista com a Liz Gilbert, autora do livro Comer, Rezar, Amar. Ela é uma autora americana que não foi muito bem sucedida no seu primeiro casamento, e depois tinha pavor de se casar novamente Mas ela conheceu um brasileiro (tinha que ser! rs) e as circunstâncias fizeram com que ela mudasse um pouco de idéia. Mas não foi tão fácil assim, ela pesquisou muito sobre casamento, foi a fundo nas estatísticas, e se casou Escreveu este livro que já teve milhões de cópias vendidas e é um sucesso mundial. Aí vai um pedacinho da entrevista:








                   "PARA DIZER "SIM" COM CONVICÇÃO
                   A americana Elizabeth Gilbert, autora do sucesso
                   Comer, Rezar, amar, falou a VEJA sobre como
                  contornar as armadilhas do casamento:

Qual conselho a senhora daria a alguém que está prestes a dizer "sim"?
Que tome essa decisão com conhecimento de causa. Quando estava conduzindo as pesquisas para meu livro, eu me c hoquei ao notar que muitas mulheres só descobriam quem era de fato seu parceiro bem depois do casamento - o que pode prenunciar um desastre conjugal. Proponho uma regra básica a eles e elas: pesquisem tudo sobre o futuro parceiro e não tenham medo de submetê-lo a sabatinas antes de subir ao altar. Procurem saber como é sua relação com os pais, como foi o ambiente de sua criação e em que medida espera que o cônjuge espelhe a imagem que guarda disso. Boa parte das pessoas - em especial, os jovens - não se faz essas perguntas básicas. É um horror constatar que muitas mulheres de 20 e poucos anos se casam apenas pelo desejo de viver uma bela cerimônia. Só têm cabeça para o vestido, o banquete, a daminha que vai entrar na igreja com as alianças Querem só ter um dia de princesa, enfim.

A senhora aponta que uma das causas das crises conjugais é o fato de as mulheres terem expectativas desproporcionais em relação a seus parceiros. O que está ocorrendo?
Nos anos 20, quando se perguntava às jovens o que esperavam de um marido, elas listavam traços nobres de caráter: honestidade, confiabilidade, lealdade, decência, gentileza. Com o passar do tempo, essas expectativas foram se tornando demasiado idealizadas. Nos anos 50, uma garota da mesma faixa já diria: quero casar com alguém que eu ame. Desde então, a escolha passou a ser pautada pela expectativa de uma experiência romântica intensa. Hoje, as mulheres querem nada meno sdo que um homem que as "inspire". Ou seja: exigem que seu pobre marido viva no auge do magnetismo e ossa fazê-las sentir-se o máximo o tempo todo. Mas não creio que uma pessoa possa prover essa sensação a outra mais do que uma ou duas vezes ao mês.

A senhora diz que as mulheres nunca tiveram tanta liberdade e controle sobre o que querem de um casamento, mas ao mesmo tempo estão inseguras e confusas. Como é possível?
Se olharmos para o que ocorreu com as mulheres nas últimas décadas, isso fará sentido. Creio que ainda é muito cedo para sabermos lidar com essa experiência nova e fascinante que nossas antepassadas não tiveram chance de viver. Não dispomos de séculos e séculos de modelos, mulheres que nos mostrem como viver um casamento feliz quando se tem autonomia sexual e emocional, educação e o próprio dinheiro. Toda mulher nascida nos últimos 75 anos pode se considerar uma cobaia nesse experimento inédito. Estamos aprendendo como se faz.

No tempo dos asamentos arranjados não era pior?
Não dá pra sentir nostalgia de um tempo em que a mulher não tinha controle sobre seu destino. Minha avó, que está com 97 anos, é testemunha disso. Ela não teve um dia de paz na vida, pois se casou com um homem difícil e se desdobrou para criar sete filhos em um ambiente rural pobre. Comparada à via-crúcis dela, minha existência é uma barbada.

Por que a senhora gosta de comparar o casamento a um pacto econômico?
Como em uma fusão entre empresas, os parceiros juntam suas fortunas - e suas dívidas. Antes de trocar alianças é preciso que ambos tenham consciência das condições do outro e acertem como essa sociedade funcionará. Se for o caso, inclusive, sem medo de encarar um acordo pré-nupcial. Nos Estados Unidos, diz-se que uma pessoa casada está a um divórcio de distância da bancarrota. Eu mesmo e meu marido passamos por um tipo de situação que costuma deixar vítimas. Quando nos casamos, tínhamos um nível de renda bem parecido. De repente, com a explosão das vendas de Comer, Rezar, Amar, o dinheiro passou a ser abundante na nossa relação. Isso poderia causar melindres se u deixasse de ser aquela esposa com hábitos de consumo frugais. Ou se Felipe, como ocorre com muitos homens se sentisse ameaçado pelo fato dea esposa ganhar mais do que ele. Mas ele é um sujeito tranquilão, que se contenta com o mínimo. Se o dinheiro que ganhei se evaporasse, nossa relação continuaria numa boa.

Como é possível concilliar diferentes comportamentos e pontos de vista em um casamento?
Temos dentro de nós algo que os psicólogos chamam de necessidades essenciais. São as demandas e expectativas inegociáveis - e que, quando abortadas em uma relação, só trazem frustração. Ninguém pode ter todas as necessidades preenchidas por outra pessoa. Mas há duas ou três coisas de que não dá para abrir mão, e o parceiro ideal é aquele que as respeita e preenche Eu tenho necessidade de ser afetuosa e espero ser correspondida nisso. No passado, vivi uma paixão desesperadora por um homem que era um tipo mais frio e não se sensibilizava com meu jeito ultra-amoroso. Eu me sentia patética. Estava sufocando-o, e vice-versa. Meu companheiro atual corresponde plenamente a essa demanda e isso responde por 90% da nossa felicidade. Ele é dezessete anos mais velho do qeu eu, não é rico e vem do Brasil, uma cultura muito distinta. Mas nada disso é problema, pois estou suprida do essencial. Sei qu, se abraçá-lo no meio da noite, ele me envolverá com seus braços mais forte ainda.

Estar juntos o tempo todo faz bm ou mal à relação?
Cada casal tem de encontrar seu equilíbrio - e isso ás vezes exige idas e vindas. Após 45 anos de união, meu pai passa a maior parte do tempo na fazenda, enquanto minha mãe prefere viver na cidade. Eles estão em fuga um do outro? Não. Nunca tiveram a mínima intenção de se divorciar. Se há uma verdade sobre o casamento, é que não se trata de um arranjo simples. Um ser humano sozinho já é bem complicado, Imagine dois juntos."


***Vale lembrar que eu nem sempre concordo com os artigos e opiniões de escritores que coloco aqui no blog, mas respeito e trago como conteúdo para mais informação. Fica a critério de cada pessoa escolher o que pensar, e qual melhor caminho a seguir.
Espero que tenham gostado, um beijo.
Nanda.***

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Evento para noivas

Amanhã e Quarta-feira acontece em Goiânia um evento tudo a ver com noivos...

Eu vou!!!
Para mais informações, entre no site http://www.breventos.net/, e clique no link BR NOIVAS.
Para ir, tem que levar alimentos não perecíveis e pegar um convite virtual, leia com atenção no site.
Nos vemos lá!

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Apaixonada pelas Margaridas

Eu estava em dúvida entre Orquídeas e Margaridas pra decorar a igreja e fazer o buquê.
Vou perguntar pro meu cerimonial o que ele acha.
Será que é brega fazer a decoração e o buquê com a mesma flor?

Ai, é tão linda... olhem as fotos:
Além de lindas, Margaridas serão as flores da estação em Março, e com certeza estarão mais baratas, ajuda no orçamento.

O sonho do casamento

"O casamento é um enlace, um vínculo de amor entre duas pessoas que unidas pelo matrimônio, recebem também o reconhecimento social, governamental e religioso.
Junto com algumas burocracias e incertezas, ele traz também a realização de um sonho de toda vida. Mulheres que se imaginam casando de véu e grinalda, com direito a igreja enfeitada, carros especiais para levar até a igreja, mimos para padrinhos e convidados. Tudo escolhido com muito carinho e atenção pelos noivos.
Mas será que hoje em dia o casamento está sendo visto atualmente como algo antigo e fora de moda? E que morar junto já é uma forma de casamento? Cerca de 80% das mulheres querem se casar como manda o figurino: vestido, a igreja, a presença dos amigos e, claro, seu grande amor.
Na cidade de São Paulo, nos últimos oito anos, o número de casamentos de papel passado cresceu mais de 21%. Só no Brasil, os gastos com casamentos somam R$ 8 bilhões por ano com os preparativos para a cerimônia. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Pesquisa (IBGE), houve um crescimento de 34,8%no número de casamentos de 1998 até o ano de 2008.
A realização de um casamento é um acontecimento que envolve toda a família. Os gastos são altos – muitas vezes da até para comprar um carro popular 0K –, mas são muitos os casais dispostos a realizar este sonho.
"

Redatora: Cristiane Andrade
fonte: http://www.band.com.br/aliga/conteudo.asp?ID=340912

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Essa semana o programa A LIGA da TV Record transmitiu uma reportágem bem legal sobre casamentos,
quem não assistiu pode pegar pelo youtube. Eles acompanharam os preparativos de uma cerimônia de 250,000 reais, e uma bem baratinha... e o Thaíde foi acompanhar uma cerimônia indígena (foi emocionante). Tem até casamento de cachorro. rsrsrs
Abaixo estão os links para assistir:

Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4
Parte 5
Parte 6
Parte 7
Parte 8

Inspiração para as fotos do casamento







quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Satisfações ao Cunhado...

Só para complementar o post anterior, hoje fiz a nossa inscrição no Curso de Noivos.
Pra quem não sabe, o curso geralmente é oferecido por alguma igreja no intuito de ensinar ao jovem casal alguns princípios básicos sobre família, convivência, e a própria instituição do casamento.

Acho bem bacana.
Mas já ouvi falar que depois do curso muitos casais não querem mais se casar...
será que é verdade?
rsrsrs

Há algo de assustador no curso?
Me fez lembrar aquele filme ... quem se lembra?

As aulas começam dia 21 de Agosto.
Prometo colocar aqui no blog o resumo de todas elas, complementando com minha opinião pessoal e, a do Armando (que até agora não apareceu por aqui).
E aos que tiverem interessados em se inscrever também, é só ir na secretaria da Igreja Videira. No site da igreja tem os endereços no Brasil todo.
www.igrejavideira.com

Bju, fui...

Cunhado não é parente

Esse ditado é bem antigo, mas pegou!
E hoje há quem concorde plenamente com ele.
Eu, por exemplo.
Em homenagem ao meu cunhadinho, que além de tudo acompanha o blog, escrevo essa postagem.
Ele teve a cara de pau de me perguntar se o que eu escrevo aqui no blog é verdade ou é só "blá-blá-blá" pra conseguir mais seguidores...
É claro que é verdade!!!
E também muitas coisas que estão ainda no campo da VONTADE.... mas se algo mudar meu querido, irei informar aqui no blog.
Eu nem tenho tantos seguidores também.. rs

Mas o que me trouxe a escrever o post foi uma situação engraçada.
Há alguns dias chamei o "cunha" pra ser nosso padrinho de casamento, junto com a minha irmã...
Ele aceitou por educação.. mas depois rejeitou.
Quando fui saber o motivo, ele pensava que o padrinho tinha que ser uma espécie de "anjo-da-guarda", não sei... rs algo assim. Me perguntou até se teria que ser padrinho dos nossos filhos também.
Achei o fato muito engraçado, expliquei tudinho, inclusive a parte em que os padrinhos geralmente dão os melhores presentes....
Mas o Tio Patinhas disse que não vai dar presente não porque já vai gastar com o aluguel do terno.

Vê se pode?!!!

Claro que tudo isso é uma grande brincadeira.. já que adoro pegar no pé dele.
E, cunhadinho... não precisa dar presente não, só de você estar lá lindíssimo ao lado da minha irmãzinha
até o fim da cerimônia já vou considerar um GRANDE PRESENTE. (sei bem o que você pensa sobre cerimônias). Só não vá passar mal heim!!!

Bjo